Quem Somos
A história de quem passou 5 anos obcecado com gelo translúcido
Em setembro de 2019, Bernardo assistiu a um vídeo de um bartender japonês transformando um bloco de gelo em diamante com uma faca. Ele não conseguiu parar de pensar nisso por semanas. Cinco anos depois, criou a única máquina nacional capaz de produzir esse gelo em escala industrial.
Onde tudo começou
Tudo começou com um bartender japonês e uma faca que parecia uma katana
Em setembro de 2019, Bernardo descobriu o trabalho de Yuzo Komai, bartender do Centifolia, um dos bares mais respeitados do Japão. No vídeo, Komai pegava um bloco de gelo completamente transparente e, com movimentos precisos e uma faca pequena que mais parecia uma katana, esculpia um diamante perfeito na frente do cliente. O gelo não era decoração, era o ingrediente principal do drink.
Nos dias seguintes, Bernardo pesquisou tudo que encontrou sobre clear ice. Aprendeu a produzir em casa, levou para uma confraria de whisky com amigos. O gelo foi o assunto do grupo por semanas.
Ali ele viu uma oportunidade.
“Achei genial e fascinante. O gelo tornava o drink perfeito!”
— Bernardo, fundador da Clear Ice Brasil
A invenção
Da pandemia ao maquinário nacional: quando importar não era viável
Decidido a entender o processo em escala industrial, Bernardo usou o periodo da pandemia para pesquisar equipamentos, fabricantes e rotas de importação. O caminho mais óbvio levava à Ucrânia, onde estava concentrada a maior parte dos produtores de clear ice industrial da época.
A burocracia e os custos inviabilizaram tudo.
Em vez de desistir, Bernardo negociou diretamente com a empresa ucraniana: comprou o projeto e desenvolveu o maquinário no Brasil. Produziu. Funcionou.
O que era para ser um equipamento proprio virou a base de uma tecnologia nacional inedita.
“A intenção era ter a minha máquina para ter a minha empresa de gelo.”
— Bernardo
A expansão
Do gelo artesanal à escala industrial
Sem conhecer ninguém do mercado de gelo, Bernardo começou do zero. Montou kits com amostras, pesquisou estabelecimentos e foi entregando pessoalmente. O retorno veio de forma orgânica, um bartender via o outro usando, postava, e toda semana novos clientes apareciam.
Em 14 meses, precisou de uma segunda máquina. No terceiro ano, uma terceira. Todas funcionando a plena capacidade.
A empresa abriu CNPJ em março de 2020 e no ano passado se mudou para uma planta seis vezes maior do que a original.
Com a operação validada e o processo dominado, Bernardo começou a produzir maquinas para outros interessados no Brasil. As primeiras instalações foram em Brasilia, São Paulo e Curitiba.
Primeiro contato com o clear ice – vídeo do bartender Yuzo Komai no bar Centifolia, Japao
CNPJ aberto. Pandemia. Pesquisa do processo industrial. Projeto adquirido da Ucrânia.
Primeira máquina em operação. Início das entregas para bares. Demanda 100% orgânica.
Segunda máquina. Portfólio expandido. Clientes em múltiplos estados.
Terceira máquina. Mudança para planta 3x maior.
Início da venda de máquinas para fábricas de gelo em todo o Brasil.
25 instalações ativas no Brasil. Planta 6x maior que a original.
O que entregamos
O que a Clear Ice Brasil entrega hoje
Hoje a Clear Ice Brasil produz máquinas de gelo translúcido em lotes limitados e atende fábricas de gelo em todo o território nacional. Cada instalação é tratada de forma individual, Bernardo e sua equipe buscam entender o contexto de cada região antes de recomendar a configuração ideal.
O atendimento vai muito além do equipamento.
Instalação, treinamento da equipe, suporte técnico e acompanhamento dos primeiros ciclos de produção fazem parte de cada venda. Porque após cinco anos operando a própria máquina, Bernardo sabe exatamente o que uma fábrica precisa para comecar a produzir clear ice sem erro.
Fazendo o que importa
Por que isso importa para a sua fabrica
Bernardo não criou a Clear Ice Brasil para vender equipamento. Ele criou porque viu, na própria operação, que o mercado de gelo premium no Brasil estava nascendo sem ninguém para abastecer.
Cada fábrica de gelo convencional que instala a máquina não está comprando um produto. Está entrando num mercado que quase não tem concorrência ainda.
“Procuramos entender os diferentes contextos de região para proporcionar o melhor atendimento possível. Isso vai muito além do equipamento em si.”
— Bernardo
